Vivendo e aprendendo, demora mas a gente entende . . .

. . . o valor dos encontros que a vida oferece, justamente pelos desencontros corriqueiros e tão naturalizados por todos e nutridos pela mesquinhez da soberba.
. . . o valor da empatia, quando a regra é ser autossuficiente em todos os campos da vida, sejam eles financeiros, afetivos, emocionais
. . . o valor da perseverança em meio a um mar de descartabilidade, onde conceitos mercantilistas invadem a forma em que pessoas se tratam.
. . . o valor da ética em um mundo em que não há medidas para se alcançar objetivos, em grande parte, abjetos.
. . . o valor da distinção entre o que é valor e o que é preço, em um mundo em que o poder dissipa tudo o que já foi citado acima

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